Por diversas causas, o homem pode apresentar suas mamas aumentadas de tamanho, parecendo bastante com as mamas femininas. Os meninos na puberdade são os que mais sofrem com a ginecomastia. Como trata-se de uma fase mais vulnerável do desenvolvimento, podem surgir quadros de inibição e isolamento. Nesse período a ginecomastia é considerada fisiológica (normal), decorrente das alterações hormonais típicas. Nestes casos, existe a tendência de regressão espontânea entre 12 e 18 meses. Nos outros períodos da vida, a ginecomastia pode acontecer por muitas causas, dentre elas o uso de certos medicamentos, desequilíbrios hormonais, flutuações do peso e, na maioria dos casos, sem uma causa definida. Por este motivo, é importante uma avaliação endocrinológica antes de se pensar no tratamento da condição anatômica. A ginecomastia pode ser uni ou bilateral e pode ser composto apenas por gordura, apenas por glândula mamária, ou mista (gordura e glândula).

Procedimento Cirúrgico
A cirurgia pode ser feita com anestesia local e sedação, peridural ou geral. O procedimento consiste em retirar o tecido em excesso, seja ele glandular ou gorduroso, por lipoaspiração, ressecção direta ou técnica mista. Em casos de excesso de pele serão necessárias incisões adicionais. Geralmente a alta hospitalar ocorre no mesmo dia da cirurgia.

Pós-operatório
Um pequeno curativo é feito ao término da redução mamária e será mantido por 7 a 10 dias. Uma malha compressiva será utilizada por cerca de 30 dias para evitar o inchaço e facilitar a retração da pele. Equimoses (manchas roxas) são esperadas nos primeiros dias e desaparecerão espontaneamente em até duas semanas. Os pontos de sutura são removidos em 7 a 10 dias. A maioria dos pacientes retoma suas atividades em uma semana.

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